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quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Rui Nabeiro – Um percurso excecional de uma pessoa excecional

No decorrer da Convenção 2012 da rede “Aqui é Fresco”, que teve lugar nos dia 14 e 15 de Outubro passado, o Comendador Rui Nabeiro foi homenageado pelo seu percurso e contributo para a sociedade Portuguesa.
A intervenção que fez o Comendador Rui Nabeiro nesta ocasião vale muito pela clareza das suas ideias, pela força e pela energia que transmitiu a todas as pessoas presentes, num momento de grande agitação, de incerteza e de medo, causado pela crise económica e financeira mundial.
Pedi a autorização ao Comendador Rui Nabeiro para poder reproduzir neste “blog” a totalidade do conteúdo da sua intervenção, autorização que me concedeu com grande gentileza.
Por fim, gostava que os leitores retalhistas, grossistas, responsáveis do setor da produção, estudantes, difundissem este documento porque contém o positivismo que muitas vezes pode faltar a cada um de nós para acreditarmos em melhores dias, para nos esforçarmos e darmos o nosso contributo para a nossa comunidade. Obrigado Sr. Comendador!

Exmo. Sr. Presidente da Unimark – Sr. Carlos Pinho
Exmo. Sr. Director Geral da Unimark – Eng. João Vieira Lopes
Exmo. Sr. Coordenador do Projecto “Aqui é Fresco” - António Moreira
Restante organização do Evento
Exmos. Srs. Empresários e comerciantes aqui presentes
Minhas Senhoras e meus Senhores,
É com muita emoção que recebo esta homenagem.
Especialmente porque esta homenagem vem de pessoas que, como eu, se dedicam ao comércio e à indústria. Por isso, MUITO OBRIGADO.
Se me permitem, quero aproveitar estes minutos para vos transmitir algumas referências do que tem sido a minha vida, na expectativa de vos poder aportar alguma ajuda para podermos ultrapassar o momento que vivemos.
Como sabem, o sucesso ou fracasso das empresas ou organizações depende de uma boa ou má LIDERANÇA.
Mas…. NÃO É FÁCIL ASSUMIR A LIDERANÇA
- Ser líder implica tomar decisões
- Construir relações
- Influenciar as pessoas: motivar, inspirar, apoiar
- Reconhecer e compensar
- Dar o exemplo e fazer-se respeitar
E penso ter sido isso que consegui fazer desde que comecei a trabalhar.

A MINHA HISTÓRIA
Gostava de vos contar a minha história, o meu percurso, falar-vos das minhas motivações para continuar a caminhar.
Muito jovem iniciei esta tarefa que é o trabalho.
- INFÂNCIA
Nasci, como sabem, em Campo Maior, e sou oriundo de uma família de poucos recursos.
A vida não era fácil naquela altura e eu e os meus irmãos fomos obrigados a crescer muito depressa.
O tempo que as crianças e os jovens de hoje passam nas escolas, no meu caso, foi passado na mercearia da minha mãe, ajudando-a, levando e trazendo encomendas aos clientes.
O meu pai ganhava pouco e a mercearia era uma grande ajuda.
Posso dizer-vos que nasci, cresci e vivo para o comércio.
Hoje tenho a certeza que foi a mercearia da minha mãe que ditou a minha vocação de empresário.
- ADOLESCÊNCIA
Cresci… tornei-me num jovem com muita vontade de vencer na vida. Foi o sonho de criança, de melhorar as condições de vida da minha família, que alavancou o meu sucesso.
Cheio de energia, comecei a colaborar com os meus tios e pai, que tinham uma pequena torrefacção de café em Campo Maior.
Com o desaparecimento prematuro do meu pai, a situação familiar complicou-se.

Cedo assumi a gerência da torrefacção Camelo – há mais de 70 anos foi lançado o café Camelo no mercado espanhol… fomos pioneiros nas transacções inter-comunitárias
Os anos passaram e ainda hoje, a marca Camelo é uma referência nas províncias espanholas a Extremadura e Andaluzia
- CRIAÇÃO DELTA CAFÉS
Dei o grande passo – decidi criar uma empresa própria… foi há 51 anos
Um empresário tem de ter visão.
- INOVEI COM A CRIAÇÃO DA DELTA CAFÉS -
Tudo começou com apenas 3 colaboradores… hoje somos 3000 profissionais.
Sempre tive como primordial objectivo a aposta, permanente, na minha terra, nas suas gentes e na minha região.
- OS PRIMEIROS ANOS DA DELTA
Os primeiros tempos foram DIFÍCEIS.
A falta de meios próprios para assegurar a cobertura do mercado exigiram muito trabalho, método, disciplina e grandes doses de sentido de oportunidade.
Houve momentos decisivos.
Momentos em que foi necessário manter a frieza e o sentido prático para garantir o crescimento da DELTA.
VENDER ERA COMPLICADO. No início não conseguia vender 1 kg de café.
Mas a imaginação ajudou-me e comecei por vender as cevadas, que era o produto que o povo conseguia adquirir. E fui CONQUISTANDO o MERCADO.
Foram anos vividos com muita intensidade
- É NAS DIFICULDADES QUE O HOMEM SE MOSTRA A SI MESMO -
Dá-se o 25 de Abril. Portugal perde a grande influência que mantinha no comércio com as colónias. A matéria-prima que necessitávamos para trabalhar existia em Angola.

Mas a grande dificuldade era fazer chegar o café a Portugal.
Mais uma vez, com experiência acumulada e muita criatividade, atingimos esse objetivo.
Foi o TUDO ou NADA.
Fretei um navio e rumei a Luanda.
- OPTEI POR LEVAR TODO O CAFÉ PARA CAMPO MAIOR PARA SER TRANSFORMADO PELA DELTA -
Ganhei a aposta, valeu a pena assumir o risco.
A DELTA afirmou-se no mercado. Costumo dizer que a audácia favorece a sorte.
- ANOS 80
Na década de 80 a DELTA afirma-se no mercado português.
Do exterior chega também o reconhecimento que confirma o nosso sucesso. São também anos dedicados à certificação de qualidade nas mais diversas áreas.
- QUEBRAR FRONTEIRAS
Ligando o querer ao poder, o esforço à vontade e o trabalho à imaginação, conseguimos, ao longo dos anos, abrir portas e quebrar fronteiras.
- EXEMPLO DE ESPANHA
Sempre vi o mercado espanhol como o parceiro mais natural e direto para os meus negócios.
Pela proximidade, pela língua e pelo conhecimento que tenho dos hábitos e costumes do seu povo nas diferentes regiões.
Para além disso, sempre fizemos uma grande aposta, e essa aposta foi nas pessoas.
- HÁ MUITO QUE INVESTIMOS NAS PESSOAS
A nossa permanente afirmação social não nos deixou pensar no dinheiro, mas sim nas pessoas.

- NÓS OPTÁMOS PELAS PESSOAS. INVESTIMOS PELAS PESSOAS –
- O CLIENTE
Ao longo da minha vida de empresário sempre mostrei entusiasmo pelo trabalho.
Inovámos na forma de ver o cliente – UM CLIENTE UM AMIGO
O problema do cliente é também o nosso problema – são estas as linhas que ainda hoje nos orientam.
- MISSÃO DA EMPRESA
A nossa missão assenta na satisfação total e fidelização dos consumidores através de um modelo de negócio responsável acordado na criação e partilha de valor com as partes interessadas.
- VALORES DELTA
.Integridade
.Transparência
.Lealdade
.Qualidade
.Sustentabilidade
.Solidariedade
.Responsabilidade social e humildade
3. CRISE – o momento atual
Hoje vivemos momentos complicados. A crise que se vive no nosso país, na Europa e no Mundo, afeta-nos a todos – grandes e pequenos.

Todos os que aqui estamos hoje reunidos somos comerciantes, somos industriais, e todos vendemos e compramos produtos, e é aqui que está a mais valia do empresário
- é quando consegue assumir as duas posições.
Se soubermos reconhecer a parte do comprador e a parte do vendedor, conseguimos fazer negócios que interessem às duas partes.
Só assim conseguiremos contrariar este monstro que é a Crise e não só.
- Globalização dos Mercados
A crise é uma consequência da globalização do mercado.
Se refletirmos sobre o que vivemos hoje, percebemos que a crise não foi apenas um trabalho de Portugal, foi um trabalho da comunidade internacional, e especialmente da América, onde foi criada esta palavra, que todos achávamos muito bonita, e que é a
GLOBALIZAÇÃO.
De facto, a globalização é algo bom, mas era se ela fosse aplicada a todos, numa perspectiva de união.
Mas, esta globalização também nos trouxe o capitalismo, e um capitalismo que não tem rosto.
Porque há capitalismo de todas as formas, e este que surge pela globalização é um capitalismo sem rosto.
- Perdemos o sentimento do valor do dinheiro
É certo que nos deu uma vida boa, uma vida de sonho, uma vida de facilitismo e que agora nos veio trocar o passo.
4. Como combater? – Com Otimismo
Hoje estamos aqui para partilhar ideias e experiências, e para percebemos como podemos ultrapassar esta fase.
A resposta está no otimismo e não só.
- “SE NOS CONCENTRAMOS NAQUILO QUE TEMOS – FICAMOS AMARGURADOS” -
Esta frase indica-nos o caminho a seguir.

Temos que nos consciencializar que temos que viver os tempos de hoje de forma diferente ao que temos vivido até aqui.
O nosso pensamento tem que estar no trabalho. Porque este mundo não vai ser dos grandes! Vai ser de quem trabalha – vai ser de quem saiba distribuir.
E para distribuir há muitas formas e a melhor é distribuir trabalho.
5. DELTA NO MOMENTO ACTUAL
A nossa empresa já foi pequena. Hoje é grande, mas é grande com muita responsabilidade.
E quando digo que é grande, não estou a falar com nenhum espírito de grandeza, estou até a falar com um espírito de preocupação.
Eu não trabalho para mim, nem quem trabalha para mim trabalha para eles próprios, nós trabalhamos uns para os outros, e já somos 3000.
Mas para termos este número de colaboradores é necessário haver um pouco de justiça: nas vendas, nas compras. Para, de facto, podermos fazer um trabalho que nos dê segurança e futuro.
Por isso, a palavra da CRIATIVIDADE sempre esteve na minha atitude. Falar de INOVAÇÃO sempre foi também um lema da nossa empresa, e já hoje estamos a inovar.
Pois, com estas palavras, e com esta partilha de ideias, de certeza que nos irá ajudar a inovar no nosso e no vosso negócio.
Até porque aquilo que hoje falo já é diferente daquilo que diria há um ano atrás. A realidade é diferente.
Devemos olhar para traz, e refletir sobre o que fomos, o que aconteceu e seguir em frente, arranjando formas de dar a volta a esta situação.
E se olharmos para trás, e analisarmos outras décadas, percebemos que É POSSÍVEL.
Mas neste momento não devemos centrarmo-nos no passado.
Agora é necessário concentrarmo-nos no momento atual e pensar em soluções para podermos dar a volta a esta situação.
.Pensar em como podemos vencer.

.Pensar em como podemos continuar a dar respostas adequadas aos nossos clientes.
.Pensar em como os nossos clientes podem ter a mesma atitude para connosco.
Temos que ganhar a cultura do “FAZER BEM”, a cultura do TRABALHAR MELHOR, e essa é de facto a grande arma que nos ajudará a regenerar o nosso país, para um país de grande plano.
Temos que quebrar a fronteira do medo e fazer do nosso discurso um discurso positivo.
O nosso investimento tem de ser canalizado para nosso trabalho:
- Investindo nos fornecedores, nos clientes, nos amigos, estamos a investir nas pessoas que é onde realmente devemos investir.
É isto que tenho feito ao longo da minha vida de empresário.
De facto a minha história de vida funde-se com a história da DELTA – são as paixões que nos movem e eu trabalho com paixão.
- O QUE ME MOTIVA PARA CONTINUAR?
O gosto, o gozo pelo trabalho e tentar, cada vez mais, responder aos problemas da sociedade
Continuo a pensar - Continuo a criar - Continuo a agir
Termino agradecendo, mais uma vez, esta homenagem que me prestaram hoje.
Um Bem-haja a todos
Rui Nabeiro - 14 de Outubro 2012

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

"Aqui é Fresco" - Uma fórmula de “Comércio Associado” flexível

Num mercado retalhista cada vez mais competitivo e refém de condições económicas adversas, a rede “Aqui é Fresco” está a mostrar um bom dinamismo.

As razões desta dinâmica parecem-me ligadas a vários fatores simples:
§ A vontade política da direção da Unimark, que conseguiu insuflar uma dinâmica baseada no forte apoio operacional ao retalho alimentar detido por retalhista independentes;
§ O forte envolvimento dos associados da Unimark, que nos seus respetivos territórios do Norte ao Sul do país, conseguiram transmitir aos seus retalhistas clientes os benefícios que representa a rede Aqui é Fresco para os seus membros;
§ As turbulências do mercado, abalado pelo desaparecimento da empresa Manuel Nunes & Fernandes e pelas dificuldades da GCT;
§ A procura por parte de um conjunto de retalhistas independentes de uma solução de “Comercio Associado” flexível, e que respeita a sua independência em termos de decisões comerciais e de marketing críticas;

Como já comentei em vários “posts”, e segundo as relações contínuas que mantenho com muitos retalhistas do Norte ao Sul do país, parece-me que as soluções de “Comércio Associado” rígidas e pouco respeitadoras da independência dos retalhistas terão dificuldades em vencer, porque não se pode pedir ao retalhista de investir, de tomar todos os riscos e simultaneamente privá-lo de decidir o que acha bem ou mal para o seu mercado e para a rentabilidade do seu negócio. Na minha opinião, os projetos rígidos vão conhecer dificuldades e deverão evoluir para uma fórmula do sucursalismo.

Afinal a rede “Aqui é Fresco” da central de compras grossista Unimark representa uma lufada de ar “Fresco” para os comerciantes que ousam erguer-se num mercado em crise e que ousam enfrentar condições adversas. Nunca foi tão importante sublinhar que a união faz a força!

Não posso deixar de saudar todas as pessoas, grossistas, retalhistas, vendedores, estudantes que regularmente leem este “blog” e, em privado me demostram tanta simpatia.
RB

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Os grossistas são interlocutores chave

Os elementos conjunturais (a crise económica financeira) e os elementos estruturais (a organização do setor e a atomização de empresas demasiadas pequenas e ainda familiares), provocam turbulências no universo grossista português.

No entanto os grossistas são interlocutores chave que permitem ligações comerciais entre produtores e uma multidão de retalhistas.
Para os produtores ou fornecedores, os grossistas representam a possibilidade de ter acesso a um escoamento dos seus produtos em numerosos territórios onde os grupos da distribuição organizada não estão presentes e, permitem um acesso a lojas de bairro e de rua nas cidades, que funcionam em complemento dos grupos organizados. O processo é um processo de tipo afunilamento invertido, onde a partir de um contato com uma central de compra grossista e/ou alguns contatos com os respetivos grossistas, os fornecedores conseguem abastecer um leque alargado de lojas.
Para os retalhistas, os grossistas representam a possibilidade de comprar num só sitio a maioria das mercadorias de que precisam para vender nas suas lojas. O retalhista pode assim poupar tempo nas compras para se dedicar mais à GESTÂO do seu PONTO de VENDA.

Assim os destinos de ambos parecem totalmente ligados, e a sobrevivência de um é a razão “sine qua none” da sobrevivência do outro.

O grossista deve cuidar:
×   Do seu território, e neste quadro fazer viver o seu mercado;
×   Dos seus clientes retalhistas estabelecidos que precisam de um apoio diário nas suas compras de mercadorias para revender de forma lucrativa;
×   Dos seus clientes retalhistas estabelecidos, em termos de acompanhamento técnico para o fortalecimento do negócio a retalho;
×   Dos novos retalhistas quando estes precisam de encontrar um parceiro de negócio, capaz logo à partida de lhes proporcionar um apoio em todos os aspetos do negócio;

O retalhista deve:
×   Utilizar o seu grossista como sendo o seu armazém;
×   Evitar multiplicar o número de grossitas fornecedores da sua loja pois isso não ajuda a loja, ao contrário penaliza a mesma;
×   Informar e formar-se em termos de pontos de gestão críticos para o acompanhamento diário das performances da sua loja;
×   Partilhar informações com o seu grossista sobre o seu mercado, para se envolver na dinâmica comercial e marketing do grossista: ambos têm muito a ganhar com isso;
×   Envolver-se em parceria de rede para trocar ideias, debater ideias e afinal trabalhar em conjunto com outros colegas num espírito de desenvolvimento e de fortalecimento de cada negócio.

O caminho está traçado para ambos, grossista e retalhista, basta apenas seguir o trilho…
RB

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Consultoria técnica OPV "Organização do Ponto de Venda"

No seguimento de pedidos de informações neste sentido, apresento os 3 pontos de consultoria em termos de OPV “Organização do Ponto de Venda” que desenvolvo para os meus clientes.
Devo no entanto sublinhar que o ponto de partida é a partilha de um mesmo objetivo, que consiste na procura do sucesso do Ponto de Venda.
Também, no que me diz respeito, preciso que as relações estabelecidas com o dador de ordem, em geral o retalhista ou um grossista, sejam francas, diretas, e que a palavra dada tenha o mesmo valor do que um contrato assinado.

A planta do layout da placa de venda
Tarefas: A partir de uma dada loja, fazer o layout específico que for mais adaptado às características arquiteturais e geométricas dessa loja.
§ Determinar o circuito cliente. Definir de forma geral como articular o espaço em função das limitações quer técnicas, quer legais, quer de arquitetura.
§ A partir da entrada da loja até às caixas de pagamento, organizar a deslocação dos clientes.
§ Favorecer um bom ambiente de compra para os potenciais “buyers”.

Nota 1: O trabalho de elaboração da planta tem a ver com o layout da placa de venda. Em termos dos pontos específicos, tais como as secções com serviço como por exemplo o talho, a charcutaria, a pastelaria, a peixaria, a responsabilidade técnica será da empresa fornecedora de equipamento e/ou do técnico do Haccp.
Nota 2: A planta proposta poderá ser alterada se surgirem dificuldades de ordem técnica inultrapassáveis.
Nota 3: A altura das gôndolas e das murais será indicada, para que a empresa fornecedora de equipamento possa orçamentar corretamente o equipamento necessário.
Nota 4: A montagem do equipamento e os cuidados relativos à segurança e às normas legais são da responsabilidade dos fornecedores de equipamento.

A distribuição das categorias de produto
Tarefas: Definir no papel o encadeamento das diferentes categorias tendo em conta o circuito do cliente, e a necessária maximização das vendas.
Definir de forma macro a repartição dos universos e, subsequentemente as respetivas categorias principais.
A distribuição das categorias de produtos diz respeito ao encadeamento das categorias de forma coerente, de maneira a reforçar o impacto do circuito. À saber que o objetivo deste trabalho é tornar cada consumidor que entra na loja, um comprador, um “buyer” a 100%.
Esta prestação é complicada e leva o seu tempo porque envolve cada corredor da loja.

O acompanhamento da implantação física dos produtos
Tarefas: No terreno, juntamente com os colaboradores do dono da loja, participar e liderar a implantação física da mercadoria no respetivo linear.           

Nota 1: O número de dias de trabalho pressupõe de forma imperativa a colocação à disposição de uma equipa de trabalhadores pela empresa cliente.
Nota 2: Os dias de trabalho são de 8h. Cada hora suplementar será acrescentada à fatura.
RB